CORONAVÍRUS: Comunicado oficial do Colégio CAVE

Em razão do surgimento de casos relacionados ao novo coronavírus no país, o Colégio CAVE esclarece medidas que estão sendo adotadas e aproveita para compartilhar orientações de prevenção ao contágio da doença.

Até o momento, as atividades do Colégio estão mantidas e, para que tenhamos uma prevenção efetiva, disponibilizamos álcool em gel em diversos locais do Colégio, além de manter sabonete e papel toalha em todos os banheiros e a limpeza adequada da instituição, como sempre fizemos. Também  estamos orientando, através de avisos e informativos, estudantes e funcionários quanto aos cuidados que devem ser tomados para que seja evitada qualquer possível contaminação.

O CAVE está atento aos acontecimentos e novas decisões poderão ser tomadas de acordo com as recomendações da Secretaria de Saúde. Qualquer nova medida adotada pelo Colégio, devido aos casos  recentes do novo coronavírus, os senhores pais e/ou responsáveis serão comunicados.

Vale ressaltar que, de acordo com o Ministério da Saúde,  o período de incubação da doença pode ser de 2 a 14 dias e, desse modo, importante que estudantes que recentemente viajaram para locais afetados pelo vírus, não participem das atividades durante esse período.

Ainda de acordo com o Ministério, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas. A contaminação também pode se dar por objetos, corrimãos e maçanetas.

Cuidados básicos de higiene e prevenção

  • Mantenha a boca e o nariz cobertos ao tossir ou espirrar, se possível, sempre utilize o antebraço;
  • Lave as mãos por, pelo menos, 20 segundos com água e sabão ou use álcool em gel;
  • Use lenço descartável para a higiene nasal;
  • Evite tocar as regiões dos olhos, nariz e boca;
  • Não tome água direto no bebedouro e fique atento para não encostar o copo/garrafinha na torneira. No ato, gotículas de saliva contaminada podem cair no objeto e infectar outras pessoas;
  • Mantenha seu ambiente de estudos e trabalho sempre limpos e higienizados;
  • Evite compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Somos um povo caloroso, porém, por prevenção e momentaneamente, evite o contato cordial do dia a dia, como cumprimentos de mãos, abraços ou beijos no rosto;
  • Não compartilhe informações falsas (FakeNews) e verifique sempre os canais oficiais de comunicação.

Coronavírus em Juiz de Fora e Região

De acordo com informações disponibilizadas pelo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), divulgado no último sábado (14), foi confirmado o primeiro caso de coronavírus em Juiz de Fora. Um homem, 65 anos, que viajou recentemente ao exterior.

Segundo divulgado pelo jornal local, Tribuna de Minas, Minas Gerais possui, até então, quatro casos do novo coronavírus confirmados, sendo apenas um em Juiz de Fora. Ao todo, são 386 casos notificados, desses 85 descartados e 297 sob investigação como suspeitos.

O Novo Coronavírus

Os primeiros casos registrados do novo Coronavírus, identificado como SARS – COV2 causador da doença batizada de COVID-2019 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), surgiram em dezembro de 2019 em Wuhan, na China. Porém, o mundo ficou em alerta com a velocidade de transmissão do vírus. Mas, a boa notícia é que a contenção da doença é possível desde que os sintomas sejam identificados e os cuidados de prevenção tomados, até que a eficácia de remédios (que estão sendo testados) e vacinas (em desenvolvimento) seja comprovada.

Os Coronavírus, conhecidos desde meados de 1960, são uma família viral que causam infecções respiratórias. Os sintomas variam de um simples resfriado até situações mais graves. Os mais comuns e leves que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1. Já os SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome) coronavírus associado à doença SARS-CoV e o MERS (Middle East Respiratory Syndrome) associado à MERS-CoV são os causadores de infecções respiratórias mais graves. O SARS-CoV2 causa febre e tosse, em casos mais comuns, até insuficiência respiratória grave e insuficiência renal, em casos mais sérios.