As Cartas da Grande Guerra

Um trabalho da disciplina de História, 9º ano Fundamental II

 

Mandar uma carta para um soldado no front durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) era o tipo de missão que podia se tornar uma verdadeira batalha. Em dezembro de 1914, estima-se que mais de 2 milhões de correspondências foram enviadas – uma delas chegou a ser repostada 257 vezes. Durante todo o confronto, cerca de 2 bilhões de cartas e 114 milhões de encomendas foram entregues pelo correio britânico.

Surge então o trabalho realizado pelos alunos do 9º ano do Fundamental I: As cartas da Grande Guerra.

 

Com base em todo o conteúdo visto da 1º guerra mundial, foi sugerido que os estudantes redigissem cartas como se eles próprios estivessem na linha de frente das batalhas, nas trincheiras. Assim, muitas das cartas estão sujas, algumas manchadas de sangue, remetendo justamente ao momento em que teriam sido escritas.

Os alunos soltaram a imaginação e entraram nos personagens, escrevendo cartas em alemão, francês ou até em códigos para não serem facilmente decifradas. Cada estudante criou um personagem baseado no conteúdo histórico estudado durante as aulas.

 

Confira a seguir as fotos das cartas e, abaixo, um dos textos!

 

“Logo após o fim do conflito, George S. Caldwell, aos 21 anos, escreveu à sua mãe enquanto se recuperava de ferimentos na França. Caldwell, que morava na Pensilvânia, afirmou que estava bem, apesar de ter sido baleado três vezes. “Estamos com saúde e comendo bem”, relatou George. “Você perguntou se eu estava ferido no braço. Bem, sim, eu estava ferido no braço – no pulso direito – acabei levando 12 pontos para conter a ferida. Eu fui exposto a um pouco de gás, mas nada que pudesse me machucar. Também tive minhas pernas atingidas por uma metralhadora.”